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Utilize a HIPNOSE em seu consultório.

Recebo muitos emails de pessoas querendo fazer o meu Curso de Hipnose Clinica. A maioria cheio de duvidas de como eu ensino e o que ensino. Então, este artigo é para você que deseja aprender a utilizar esta poderosa ferramenta em consultório.
Procuro ensinar de maneira clara e com muita responsabilidade como utilizar a Hipnose em consultório, para que o terapeuta possa ajudar o cliente a compreender todo o processo.

Não critico a maneira de ninguém ensinar, muito menos como utilizam e acreditam ser a melhor maneira de aplicá-la, mas nestes 13 anos trabalhando em consultório me identifiquei mais com a técnica Ericksoniana e no meio do caminho, modelei um estilo de trabalho que vem funcionando muito bem.

Penso que não existem milagres com a Hipnose, muito menos promessas de cura. Em minha opinião esta ferramenta tem a função de retirar o cliente do automático da vida e possibilitar que ele consiga “analisar” os fatos com mais clareza, compreendendo algumas coisas, ressignificando outras e despertando seus recursos internos.

Desenvolvemos uma anamnese com mais de 90 perguntas para que você possa compreender melhor o tema que o cliente traz. Outro fato importante é que muitos clientes trazem o tema de maneira “superficial”, é como uma cebola, devemos ter habilidades de tirar camada por camada até chegar ao centro do problema.
Meu foco está em desenvolver com cada cliente uma terapia sob medida, pois acredito que, cada individuo é único e precisa de um tratamento único, até porque carregam dentro de si crenças de uma vida toda.

Esta terapia se divide em: Meta; Semeadura; Indução Hipnótica; Intervenção Principal; Comandos Pós – Hipnóticos e Feedback.

Durante todo o curso, utilizo data show para ilustrar melhor cada etapa do processo e faço questão de trazer casos clínicos reais para estudarmos minuciosamente, pois acredito que, este desenho ajuda os alunos a terem maior compreensão do que realmente acontece na prática.

 

Fazemos muitos exercícios em duplas e trios, faço questão de sempre fazer atendimentos reais durante o curso com os alunos que desejam trazer algum tema importante para trabalhar. Isso enriquece muito o conhecimento, pois na prática, sempre surgem questões diferentes, o tema muda, o caminho se transforma e os resultados são sempre significativos.

 

Outro ponto alto do curso são as técnicas que utilizamos para ajudar nossos clientes a eliminarem seus problemas emocionais, entre eles a depressão, ansiedade, fobias, pânico, medos, vícios entre outros.
Faço questão de dizer que como terapeutas, representamos apenas 20% do tratamento, pois se o cliente não tiver comprometimento, nada vai acontecer.
Meu curso acontece em três dias (Sexta, Sábado e Domingo), onde vamos estudar passo a passo toda a rotina clínica de um consultório de Hipnose.

Outro grande diferencial é que estamos criando um espaço “exclusivo” no site do IAHA para que os alunos possam ter acesso a roteiros terapêuticos, técnicas, video-aula, áudios, artigos escritos por professores renomados e dicas que podem fazer toda a diferença na hora de atender!
Respondo todas as perguntas que estiver ao meu alcance, não escondo segredinhos e de maneira clara exponho todos os métodos que utilizo em consultório para que você possa levar a seu cliente o que existe de melhor.
Recomendo livros, grupos de estudo e outros profissionais que também ensinam hipnose com responsabilidade.

Espero que tenha contribuído me colocando sempre a disposição para esclarecer qualquer duvida!
Leia o que alguns alunos postam no facebook após o curso:

Assista os videos com depoimento dos nossos alunos:

https://www.youtube.com/watch?v=3DViaIfXz20&feature=c4-overview&list=UUgtPoZx-epLqhisEjbcoHPw

https://www.youtube.com/watch?v=thIn4zY3dd0

https://www.youtube.com/watch?v=OkWZ6xeNN38

https://www.youtube.com/watch?v=6ZQmD_K03Ps

https://www.youtube.com/watch?v=MqJyhuZwVew

Agora é com você!

Escolha a cidade mais próxima e participe das próximas turmas!

Nos encontramos na sala de aula!

Abraços Hipnóticos,

Éric Armstrong


 


Eu quero aprender HIPNOSE!

Eu recebo muitos e-mails de pessoas querendo aprender a fazer hipnose.
Alguns perguntam se eu tenho algum poder, outros perguntam se podem conseguir grudar pessoas na parede e já recebi e-mails de pessoas perguntando se conseguem conquistar mulheres com a hipnose.
Eu decidi hoje falar um pouquinho da “minha” visão em relação a hipnose, de como eu tenho ajudado as pessoas e o que eu ensino em meus cursos.

 

Hipnose como ferramenta terapêutica

A hipnose é uma fantástica ferramenta para se utilizar em consultório. Diferente do que muitas pessoas pensam, ela não serve para fazer a pessoa dormir!
Sua maior utilização é para fazer a pessoa acordar!
Calma, eu explico!
Nestes 13 anos em que utilizo a hipnose, ouço muitas pessoas relatando que a hipnose é dormir… Talvez por que elas vejam em filmes, shows e imagens uma pessoa que “demonstra” poder fazendo uma contagem com voz misteriosa e outra caindo…
Mas quando falamos de Hipnose aplicada na clínica, estamos falando em levar a pessoa a um estado profundo de concentração, onde a mesma se “desligará” de todos os estímulos externos e sua atenção se voltará para seu o interno.
Eu gosto de pensar que neste estado, que denominamos “transe”, o cliente tem a possibilidade de afastar de sua mente as nuvens que estão causando a tempestade (queixa principal) e, sem estas nuvens, ele consegue enxergar melhor o que esta acontecendo ao em seu redor.
Hoje a maior parte das pessoas que atendo são com queixas de traumas, depressão ou fobias e, durante os anos de atendimento, me especializei justamente nestes padrões apesar de atender outras queixas.
Uma sessão de hipnose dura cerca de 1 hora, na qual absolutamente nada de “anormal” acontece. A ideia é ajudar o cliente a estar mais interno, se conhecer, compreender os fatos que se repetem em sua vida, ajuda-lo a entender certos padrões, direciona-lo a aumentar suas possibilidades de saída e despertar seus “recursos internos” para que ele aprenda a lidar com a situação.
No livro “O Monge e o Executivo”, o escritor James C. Hunter escreveu: “Insanidade é continuar a fazer o que você sempre fez, desejando obter resultados diferentes”.
Muitos dos meus clientes sempre relatam que suas vidas mudaram completamente depois do tratamento e sempre explico que representei apenas uma pequena parcela desta mudança, pois as decisões, a motivação, a transformação é toda do cliente.
Sou apenas um condutor neste processo e “sem nuvens” fica mais fácil ver o sol.

Curso de Hipnose Clínica
Desde que comecei a ministrar cursos de Hipnose, utilizo a frase: “Ensinando com responsabilidade” e algumas pessoas perguntam, mas os outros professores não ensinam com responsabilidade?
O que acontece é que depois de assistir muitos cursos, cheguei à conclusão de que algumas pessoas que “se denominam” instrutores de hipnose, estão focados apenas em ganhar dinheiro e criar adoradores.
Alguns cursos são pautados na agilidade do instrutor em hipnotizar e arrancar aplausos dos alunos ou deixá-los de boca aberta e ponto final. No início isso funciona muito bem e os alunos “sonham” em ser como estes poderosos instrutores e saem gritando aos 4 ventos que estiveram com o melhor professor de hipnose do planeta.
Mas… Os alunos que se apaixonam com estas apresentações e buscam outros cursos, começam a compreender (como aconteceu comigo) que a hipnose vai muito além de poder, de rapidez ou de “eu sou o cara”.
Hipnose é sensibilidade, é baixar a frequência, desacelerar os pensamentos, se permitir, se desarmar, se conhecer e estar aberto para a transformação.
Como diz meu amigo Rogério Castilho, para o meu curso ser bom eu não preciso dizer que o do outro é ruim, mas também não posso ficar batendo palmas para instrutores que ensinam “poder” e colocam na rua pessoas despreparadas e com chance de arruinar vidas ao invés de transformá-las.
Procurei estruturar meu curso em 3 módulos, sendo o primeiro focado em ensinar a hipnose aplicada na clínica, trazendo a importância de uma anamnese rica em detalhes para que o terapeuta possa compreender bem o cliente e o passo-a-passo de como construir uma “terapia sob medida” nos padrões ericksonianos.
A base do trabalho é a ressignificação e durante 3 dias utilizamos todo o procedimento na prática com atendimentos “ao vivo” e estudo de casos.
Depois do curso o aluno recebe uma série de materiais de apoio como prescrições específicas e estudos de casos para aumentarem seu conhecimento, além de terem acesso a uma parte restrita do site para trocarem informações.
No módulo avançado, o aluno já se dedica a aprender a trabalhar casos um pouco mais complicados como a dependência química, alcoolismo e obesidade com a famosa técnica de emagrecimento Balão Hipnótico. São 3 dias também de muito estudo e práticas.
Encerrando a formação, temos um módulo de supervisão que dura 7 dias e é 100% pautado em atendimentos da “Clínica Social” para que os alunos possam assistir, avaliar, estudar os casos e atender com a supervisão de terapeutas experientes.

O Instituto Armstrong de Hipnose

O IAHA tem a cada dia se dedicado mais para que seus alunos possam atender com o respaldo de uma equipe que acredita na hipnose aplicada de maneira séria e em breve estaremos lançando um canal direto exclusivo para que os alunos possam tirar suas dúvidas, ter acesso a vídeo-aulas e materiais de apoio para aumentar a qualidade de atendimento de seus clientes.

 

Éric Armstrong e Paula Briani

Eu e minha esposa Paula Briani estamos constantemente nos atualizando no Brasil e Exterior para enriquecer nossos cursos e poder compartilhar com os alunos um pouco mais do que aprendemos e acreditem, fazemos isso com amor, pois amamos esta fantástica ferramenta e queremos que cada aluno compreenda a dimensão deste trabalho e possa ajudar seus clientes utilizando cada uma destas ferramentas…

 

– Faça parte das próximas turmas –

 

 

Temos cursos de Hipnose em vários Estados e em vários formatos e espero que tenha um mais próximo de você
Para conhecer melhor nosso conteúdo programático, você pode acessar nosso site:
www.institutoarmstrong.com.br/cursos
Lá você poderá ver fotos, vídeos, programação completa dos módulos e acessar nossa agenda.

 

Espero ter contribuído para que você tenha entendido um pouquinho mais sobre esta fantástica ferramenta que é a hipnose!

 

Abraços Hipnóticos

Éric Armstrong
Diretor-Presidente do IAHA

 

 

 



Formação em Hipnose Clínica Profissional – São Paulo




“O Curso mais completo do Brasil”

Olá Turminha!

Hoje quero fazer um convite prá lá de especial e ele é direcionado para profissionais de saúde e pessoas que desejam trabalhar com está ferramenta fantástica que é a Hipnose.

Quem me acompanha, sabe que a muitos anos utilizo a Hipnose em meu consultório e tenho ótimos resultados e a alguns anos estou ministrando cursos de Hipnose por todo o Brasil e exterior.
Eu projetei para 2013 uma formação completa de Hipnose!
Onde ensino desde como fazer uma Anamnese rica em detalhes, até como fazer uma terapia sob medida para alcançar um excelente resultado com o cliente.

Durante toda a formação, estudaremos vários casos clínicos reais e teremos atendimentos ao vivo para que você possa compreender na prática todo o procedimento “passo a passo”.

A ideia desta formação é que o aluno compreenda a responsabilidade de ser um Hipnoterapeuta e saiba como agir em seu consultório. Penso que quanto mais preparado o profissional estiver, maior a chance de êxito em seus atendimentos.

O convite está feito!

Basta você se programar e vir passar alguns dias comigo.

Eu e a minha equipe estamos a sua inteira disposição,

 

Abraços Hipnóticos,

 

Éric Armstrong

 

A medicina aprova a hipnose

Hospitais do Brasil e do Exterior usam o método no tratamento de sintomas de doenças como câncer, asma ou insônia

CILENE PEREIRA E MÔNICA TARANTINO

Primeiro foi a acupuntura. Agora, é a vez de a hipnose ser finalmente reconhecida e adotada pela medicina. O método começa a figurar entre o arsenal de recursos oferecidos por instituições de renome no mundo todo. É usado, por exemplo, no Memorial Sloan- Kettering Cancer Center e no M. D. Anderson Cancer Center, dois dos mais importantes centros de tratamento e pesquisa da doença, para diminuir efeitos colaterais da quimioterapia, como a fadiga e a dor. Também é utilizada no Hospital de Liège, na Bélgica, como opção de analgesia. No Brasil não é diferente. Já faz parte da rotina de serviços de primeira grandeza como o Hospital A. C. Camargo, de São Paulo, especializado na luta contra o câncer, e ganhou espaço no Hospital das Clínicas de São Paulo (HC/SP), a instituição que serve de escola para os estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). As indicações também são amplas.

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Só para citar algumas, além do câncer: dor crônica, transtorno do pânico, asma, tensão pré-menstrual, enxaqueca, analgesia em procedimentos dentários, alergias, problemas digestivos de fundo nervoso, fobias e insônia.

Esta entrada definitiva da hipnose pela porta da frente da medicina não ocorreu por acaso. O movimento está sustentado por uma gama de estudos comprovando sua eficácia nas mais variadas enfermidades. Um dos mais recentes foi conduzido na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e provou que o método pode ser usado com sucesso no diagnóstico de crianças com epilepsia. Os cientistas queriam saber se as oito participantes tinham mesmo crises da doença ou manifestavam os sintomas – muito parecidos com os provocados pela enfermidade – por causa de outros fatores, como stress profundo. Eles levaram as crianças a um estado hipnótico e as fizeram imaginar que estavam tendo uma crise. Enquanto isso, elas eram monitoradas por aparelhos de exame de imagem. Em todas, as áreas ativadas durante o transe não foram as tradicionalmente associadas à epilepsia. A conclusão foi a de que as crianças de fato não tinham a doença. Agora, os cientistas querem ensinar os pequenos a evitar as crises usando a hipnose.

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Outro trabalho de resultado expressivo foi apresentado no congresso do Colégio Americano de Pneumologia, realizado no final do ano passado nos Estados Unidos. Coordenado por médicos do Massachusetts General Hospital, o estudo revelou que pacientes hospitalizados com doenças cardíacas submetidos a apenas uma sessão de hipnose tinham maiores chances de vencer a luta contra o tabagismo após seis meses do que aqueles que usavam adesivos para repor a nicotina. “Constatamos que a hipnoterapia está entre as melhores opções terapêuticas contra o cigarro”, afirmou Faysal Hasan, líder do trabalho. No Beth Israel Deaconess Medical Center e na Faculdade de Medicina de Harvard (EUA), pesquisadores constataram que a técnica tornou mais confortável e menos dolorosa a realização de biópsia de nódulos de mama. “A hipnose ajuda muito a diminuir o stress das mulheres que precisam passar por essa experiência”, disse Elvira Lang, professora de radiologia de Harvard. No Brasil, as pesquisas sobre os possíveis benefícios também começam a proliferar. Na Faculdade de Medicina da USP, campus de Ribeirão Preto, os médicos verificaram seu efeito como terapia auxiliar contra a dor de cabeça persistente. “Os resultados foram muito promissores. A hipnose pode ser um tratamento coadjuvante nesses casos”, afirma o neurologista José Geraldo Speciali, professor do departamento de neurologia da universidade.

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Conclusões como essas estão motivando investigações mais profundas sobre os mecanismos pelos quais o método produz resultados. A explicação mais plausível obtida até agora é a de que a hipnose provoca modificações profundas no funcionamento do cérebro, alterações essas documentadas por exames de imagem precisos e sofisticados. Os achados derrubam por terra, de vez, a associação equivocada da técnica com algo místico, esotérico. Não é nada disso. Hoje, o conceito médico de hipnose é claro: trata-se de um estado alterado de consciência induzido por profissionais capacitados. Nesse estado, há mudanças nos padrões das ondas cerebrais e várias estruturas do órgão são ativadas com maior intensidade, em especial as relacionadas à memória e às emoções.

O objetivo é atingir um nível máximo de atenção para extrair da mente o que for preciso para ajudar no tratamento, aproveitando que as condições cerebrais obtidas deixam o paciente com maior abertura para ser sugestionado. “A pessoa desvia a atenção dos estímulos externos e a crítica diminui. Ela passa a entender e aceitar melhor as sugestões dadas pelo hipnólogo”, explica o médico Osmar Colás, coordenador do grupo de estudos de hipnose do departamento de psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Um trabalho muito interessante comprovou quanto os indivíduos de fato ficam abertos à sugestão, chegando a enganar o próprio cérebro nesse processo. O neuropsicólogo Stephen Kosslyn, da Universidade de Harvard, induziu voluntários hipnotizados a enxergarem cor em um painel totalmente cinza. Nos exames de imagem, verificou que as áreas cerebrais ativadas foram exatamente as acionadas para a percepção de cores variadas. “Isso prova que o cérebro se comporta de acordo com as sugestões”, afirmou o cientista à ISTOÉ.

Um exemplo prático desse processo pode ser visto nos passos tomados para o tratamento da dor. “É preciso fazer com que o paciente saia do foco da dor. Por meio da hipnose, ele deve ser levado a se concentrar em estímulos de relaxamento e sensações prazerosas, fazendo com que se esqueça o máximo possível da sensação de desconforto”, explica a psiquiatra Célia Lídia Costa, do Hospital A. C. Camargo. Mas essa não é a única possibilidade. “Pode-se modificar a percepção de uma dor intensa para uma sensação de peso ou formigamento ou reduzir o tamanho da área dolorida para apenas uma parte”, diz o clínico e psicoterapeuta João Figueiró, do Centro Multidisciplinar de Dor do HC/SP. De acordo com David Spiegel, pesquisador do Instituto de Neurociência da Universidade de Stanford, a alteração no entendimento do que ocorre também traz outro benefício, além de maior conforto: “O método reduz a ansiedade que normalmente acompanha os episódios de dor”, afirmou o cientista à ISTOÉ. Um alerta importante: os profissionais sérios jamais tratam dores cujas causas não tenham sido identificadas.

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Contra as fobias, o mecanismo de mudança do entendimento é o mesmo. “Se a pessoa tem medo de avião, peço que se visualize em um aeroporto entrando na aeronave. Ela vivenciará esse momento de forma nítida e sem medo”, diz o psicólogo José Roberto Leite, da Unifesp. No caso de sua aplicação para tratar o stress pós-traumático, o objetivo é ajudar o indivíduo a modificar sua visão do evento responsável pelo trauma – um assalto, por exemplo. “Procuramos dar um novo significado ao que aconteceu, para que a sensação de medo ou ansiedade associada ao fato não apareça mais”, explica o médico Luiz Carlos Motta, presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose e Hipniatria. O treinamento constante permite que o indivíduo aprenda a se autohipnotizar nos momentos necessários para superar as situações desencadeantes dos problemas.

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O momento atual da hipnose marca uma virada importante para uma ferramenta cuja história foi pontuada por altos e baixos. Um dos primeiros registros de sua utilização é na Antigüidade, pelos egípcios. No entanto, o olhar mais científico só começou no século 18, com pesquisas feitas pelo médico austríaco Franz Mesmer. No século seguinte, o inglês James Braid definiu o transe como um “estado de sono do sistema nervoso”. Por isso, cunhou o termo hipnose, que vem do grego Hypnos, o deus do sono. Posteriormente, porém, Braid se arrependeu da criação ao verificar que hipnose e sono são coisas diferentes. No século XX, o austríaco Sigmund Freud, o criador da psicanálise, usou o recurso no tratamento da histeria, mas o abandonou. O resgate da técnica só veio anos depois, na Primeira Guerra Mundial, como opção de analgesia durante cirurgias realizadas nos campos de batalha.

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Durante todos esses anos, entretanto, charlatões se apropriaram do método e o usaram como um rentável atrativo para shows em circos e programas de televisão. Infelizmente, para muita gente essa ainda é a idéia de hipnose. No entanto, basta conhecer um profissional sério e que usa a técnica com finalidade médica para esquecer a imagem caricata de um hipnotizador de aparência exótica, capaz de transformar seu paciente em um zumbi. Primeiro porque o pêndulo deixou de ser o instrumento preferido da maioria dos médicos. Hoje, grande parte das induções é feita por meio de relaxamento dirigido por palavras ou toque em pontos específicos da face, entre outras técnicas (usam-se ainda, é verdade, recursos como um pingente de cristal, nos casos em que o paciente responde bem a estímulos visuais). Outro equívoco é imaginar que qualquer um pode ser hipnotizado de uma hora para outra, mesmo contra sua vontade. “Pessoas muito sensíveis podem entrar no estado hipnótico sem perceber, mas é raro. Normalmente, quem não quer, resiste, e não entra em transe. Além disso, aquele que deseja sair do estado hipnótico pode demorar um pouco, mas consegue”, diz o médico Colás.

Colaborou Adriana Prado (Revista Istoé  - Edição: 2018)

 

 

Curso de Hipnose na Prática Clínica

 

Imagine um curso de Hipnose, onde o professor foca nos detalhes que acontecem dia a dia em consultório. Com experiência de 12 anos utilizando Hipnose como principal ferramenta em seus atendimentos, ele ensinará o que realmente “Faz a Diferença” para obter resultados.

 

Como fazer uma avaliação rica em detalhes – O Poder da Leitura Fria – Técnicas para um transe perfeito – Como criar metáforas específicas – Ressignificação – Campo Transformacional – 10 passos para se tornar um profissional bem sucedido – Marketing e seus segredos – Equilibrando sua vida com Hipnose e muito mais.

Balão Hipnótico®
Técnica especifica para emagrecimento.

Surpreenda-se – O Jogo Começou®
Técnica especifica para atendimento com crianças de 03 a 10 anos

 

Dia: 25 a 27 de Maio de 2.012
25/05 – 19h as 22:30h
26 e 27 – 10h as 19:00h

 

Local: Hotel Slavieiro Slim
Rua: Conselheiro Araújo, n°435 – Alto da XV

 

www.institutoarmstrong.com.br

(41) 3022-4814       / 8461-3000